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Título: Efeitos do treinamento resistido em circuito e da terapia manual osteopática na capacidade cardiorrespiratória, desempenho muscular e fluxo sanguíneo de pacientes com insuficiência cardíaca
Autor(es): Thomaz, Sergio Ricardo
Orientador(es): Cipriano Júnior, Gérson
Assunto: Insuficiência cardíaca
Treinamento de resistência
Força muscular
Qualidade de vida
Artérias
Data de publicação: 26-Mar-2018
Referência: THOMAZ, Sergio Ricardo. Efeitos do treinamento resistido em circuito e da terapia manual osteopática na capacidade cardiorrespiratória, desempenho muscular e fluxo sanguíneo de pacientes com insuficiência cardíaca. 2017. xii, 131 f., il. Tese (Doutorado em Ciências e Tecnologias em Saúde)—Universidade de Brasília, Brasília, 2017.
Resumo: Introdução: Pacientes com insuficiência cardíaca (IC) geralmente apresentam baixa qualidade baixa de vida e depressão com limitação na capacidade cardiorespiratória devido a uma redução do fluxo sanguíneo. Os efeitos do Treinamento Resistido em Circuito (TRC) na qualidade de vida e depressão destes pacientes tem sido pouco estudado. A Terapia Manual Osteopática (TMO) tem demonstrado resultados positivos no fluxo sanguíneo em indivíduos. No entanto, seus efeitos em pacientes com IC não foram examinados. Objetivo: Estudo 1 – avaliar o comportamento agudo da função vascular em artérias periféricas frente a TMO em pacientes com IC e Estudo 2 – verificar o efeito do TRC associado ou não a TMO na capacidade cardiorrespiratória, desempenho muscular, qualidade de vida e depressão em pacientes com IC. Métodos: Dois ensaios clínicos controlados sendo: Estudo 1 – transversal randomizado com 22 pacientes divididos em grupo intervenção e controle. O Índice de Resistência (IR) das artérias femoral, braquial e carótida, a frequência cardíaca (FC) e a pressão arterial (PA) foram mensuradas pré e pós uma sessão de TMO ou após repouso (controle). Estudo 2 – longitudinal prospectivo quasi-experimental com 36 pacientes atribuídos aleatoriamente a TRC (8 exercícios; dois circuitos; 3x/semana por 12 semanas) ou TRC+TMO (TRC e 6 técnicas de TMO; 1x/semana) e 17 ao grupo com tratamento convencional constituído por conveniência. Teste cardiopulmonar (VO2peak (ml/kg/min) VO2/HRpeak), de força muscular (1-RM), Questionários de Qualidade de Vida e de Depressão foram aplicados antes e após a intervenção. Resultados: Estudo 1 – 22 pacientes com IC (11 grupo intervenção e 11 no controle; 50% masculino, idade ±53 anos, intervalo de 32 a 69 anos; fração de ejeção<50%) completaram o estudo. Não encontramos diferenças intra ou intergrupos no IR da carótida (Int:-0.07% vs Controle:11.8%), braquial (Int:0.17% vs Controle:-2.9%), ou artérias femorais (Int:1.65% vs Controle:-0.97%) e nenhuma diferença em FC ou BP (Int:0.6% vs Controle:-3%) (P> 0.05). Estudo 2 – 45 pacientes (14 em cada grupo TRC e 17 no grupo convencional; 61% do masculino, ±54,8 anos, fração de ejeção <50%) completaram o estudo apresentando melhorias significativas (p<0,05) no VO2peak; força muscular (+29% vs +10% e +17,8% vs +16,3%, respectivamente); nos escores de qualidade de vida e Depressão nos grupos TRC e TRC+TMO, sem diferença significativa entre estes grupos. O grupo tratamento convencional não apresentou diferenças significativas nas variáveis avaliadas (p>0,05). Observou-se uma correlação moderada entre a gravidade da IC e a variação percentual de VO2peak (r = 0,5; p <0,02). Conclusão: Estudo 1 – uma sessão de TMO não modificou significativamente o IR, FC ou PA de pacientes com IC. Estudo 2 – O programa TRC melhorou o desempenho cardiorrespiratório e muscular, qualidade de vida e depressão sem benefício adicional de TMO em pacientes com IC. O programa de reabilitação com tratamento convencional não resultou em melhorias significativas nas variáveis avaliadas.
Abstract: Introduction: Patients with heart failure (HF) generally present low quality of life and depression with a limitation in cardiorespiratory capacity due to a reduction in blood flow. The effects of Resistance Circuit Training (CRT) on the quality of life and depression of these patients have been poorly studied. Osteopathic Manual Therapy (OMT) has been shown to have positive blood flow in individuals. However, its effects on patients with HF were not examined. Objective: Study 1 – to evaluate the acute behavior of vascular function in peripheral arteries against OMT in patients with HF and Study 2 – to verify the effect of a CRT associated or not to OMT sessions on cardiorespiratory capacity, muscular performance, quality of life and depression in patients with HF. Methods: Two controlled clinical trials being: Study 1 – randomized cross-sectional study with 22 patients divided into intervention and control groups. The resistance index (RI) of the femoral, brachial and carotid arteries, heart rate (HR) and blood pressure (BP) were measured before and after a single OMT session or after resting (control). Study 2 – prospective, quasi-experimental longitudinal study with 36 patients randomly assigned to CRT (8 exercises, 2 circuits, 3x/week for 12 weeks) or CRT + OMT (CRT and 6 OMT techniques, 1x/week) and 17 to the group with conventional treatment constituted by convenience. Cardiopulmonary test (VO2peak (ml/kg/min) VO2/HRpeak), muscle strength (1-RM), Quality of Life and Depression Questionnaires were applied before and after the intervention. Results: Study 1 – 22 patients with HF (11 intervention, 11 control; 50% male, age ± 53 years, range from 32 to 69 years, ejection fraction <50%) completed the study. We did not find intra or intergroup differences in the carotid artery (Int: -0.07% vs Control: 11.8%), brachial (Int: 0.17% vs Control: -2.9%), or femoral arteries (Int: 1.65% vs  Control: -0.97%) and no difference in HR or BP (Int: 0.6% vs Control: -3%) (P> 0.05). Study 2 – 45 patients (14 in each CRT group and 17 in the conventional group, 61% of the male, ± 54.8 years, ejection fraction <50%) completed the study with significant improvements (p <0.05) in VO2peak; muscle strength (+29% vs +10% and +17.8% vs +16.3%, respectively); in quality of life scores and Depression in the CRT and CRT+OMT groups, with no significant difference between these groups. The conventional treatment group did not present significant differences in the variables evaluated (p> 0.05). A moderate correlation was observed between the severity of HF and the percentage variation of VO2peak (R = 0.5; p <0.02). Conclusion: Study 1 – a OMT session did not significantly modify the RI, HR or PA of patients with HF. Study 2 – The CRT program improved cardiorespiratory and muscular performance, quality of life and depression without additional benefit of OMT in patients with HF. The conventional treatment rehabilitation program did not result in significant improvements in the variables evaluated.
Informações adicionais: Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ceilândia, Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências e Tecnologias e Saúde, 2017.
Licença: A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições:Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.
Agência financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
Aparece nas coleções:PGCTS - Doutorado em Ciências e Tecnologias em Saúde

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