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Título: Ludicidade como estratégia de inclusão social de estudantes surdos no contexto de uma escola pública
Autor(es): Barros, Dayse do Prado
Orientador(es): Sá, Antônio Villar Marques de
Assunto: Educação inclusiva
Ludicidade
Surdos - educação
Inclusão social
Data de publicação: 12-Mar-2018
Referência: BARROS, Dayse do Prado. Ludicidade como estratégia de inclusão social de estudantes surdos no contexto de uma escola pública. 2017. 149 f., il. Dissertação (Mestrado em Educação)—Universidade de Brasília, Brasília, 2017.
Resumo: Esta investigação foi realizada no contexto de uma escola pública do Distrito Federal e teve como finalidade analisar a ludicidade como estratégia de inclusão social de estudantes surdos, em especial aqueles que tiveram a aquisição tardia da linguagem. Orientada pela perspectiva vigotskiana, investiguei, a importância das interações sociais para o desenvolvimento integral do sujeito surdo. A partir dessa contextualização busquei responder a seguinte questão: Pode a ludicidade ser uma estratégia que facilite a inclusão social do estudante surdo? Pode a Sala de Recursos ser um ambiente capaz de favorecer a interlocução dos muitos atores na escola a fim de favorecer a inclusão? Essa investigação nasceu diante da constatação de que os surdos, em geral, vivem um estado de profundo isolamento social. Esse isolamento afeta diversos aspectos da vida desses sujeitos, inclusive o seu processo de escolarização. A educação de surdos é marcada pelo fracasso ainda que esse grupo seja alvo das políticas públicas de inclusão. De fato, o surdo no decorrer da história da humanidade, tem sido visto sob o estigma da incapacidade e do fracasso. A inclusão social visa estabelecer a visão humana ou antropológica da surdez. Sob essa perspectiva, o surdo é visto como ser humano que não precisa ser “consertado”, mas como um sujeito com plena capacidade. Minha proposta foi investigar a possibilidade de superação dos efeitos de isolamento social e do mutismo no qual os surdos estão invariavelmente imersos utilizando a ludicidade como estratégia. O embasamento teórico está apoiado em autores e pesquisadores que se dedicam ao estudo da educação do surdo: Gesser (2009); Quadros (2008); Sacks (2010); Silva (2002); Skliar (1995) e Strobel (2008), dentre outros. Bem como teóricos no campo da ludicidade: Brougère (2001); Kishimoto (1995, 2005); Luckesi (2002, 2004, 2006, 2014). A metodologia adotada é de cunho qualitativo, e o tipo de pesquisa adotado foi baseado nos princípios da pesquisa-ação. Os sujeitos da pesquisa são estudantes considerados surdos, ou seja, com perda auditiva a partir de 71 db. Foram cognominados Eduardo e Mônica, para garantir o anonimato. A pesquisa indicou que é possível que a Sala de Recurso atue de maneira articulada com os diversos setores da escola. A pesquisa tornou claro também que a ludicidade é uma estratégia que pode promover o desenvolvimento sócio emocional de sujeitos surdos, independente da fase de vida em que eles se encontrem, sendo por esse motivo uma importante estratégia de inclusão social do surdo.
Abstract: This research was carried out in the context of a public school in the Federal District and aimed to analyze playfulness as a social inclusion strategy for deaf students, especially those who had a late acquisition of language. Guided by the Vigotskian perspective, I investigated the importance of social interactions for the integral development of the deaf subject. From this context, I tried to answer the following questions: can playfulness be a strategy that facilitates the social inclusion of a deaf student? can the resource classroom be an environment capable of facilitates the interlocution of the many actors in the school in order to favor inclusion? This investigation was born from the observation that deaf people, in general, live in a state of deep social isolation. This isolation affects several aspects of these people life, including their schooling process. The deaf education is marked by failure, even if this group is the target of the public policies of inclusion. Indeed, the deaf, in the course of human history has been viewed under the stigma of inability and failure. Social inclusion aims to establish the human or anthropological view of deafness. From this perspective, the deaf is seen as a human being who doesn’t need to be “repaired”, however as a person with full capacity. My proposal was to investigate the possibility of overcoming the effects of social isolation and mutism in which deaf people are invariably immersed using playfulness as a strategy. The theoretical background is supported by authors and researches who are dedicated to the study of deaf education: Gesser (2009); Quadros (2008); Sacks (2010); Silva (2002); Skliar (1995) and Strobel (2008), among others. Theorists in field of playfulness as well: Brougère (2001); Kishimoto (1995, 2005); Luckesi (2002, 2004, 2006, 2014). The methodology is qualitative, and the type of research adopted was based on the principles of action research. The subjects of the research were students considered deaf, that is, with hearing loss from 71 db. They were nicknamed Eduardo and Monica, to guarantee anonymity. The research indicated that it is possible that the resource classroom acts in an articulated way with the various sectors of the school. The research also made it clear that playfulness is a strategy that can promote the socio-emotional development of deaf subjects: children, teenagers, adults and elderly. Indeed, the playfulness is an important social inclusion strategy.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, 2017.
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