Skip navigation
Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.unb.br/handle/10482/31338
Files in This Item:
File Description SizeFormat 
2017_EdilneteMariaBessaBezerra.pdf6,59 MBAdobe PDFView/Open
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorMonteiro, Pedro Sadi-
dc.contributor.authorBezerra, Edilnete Maria Bessa-
dc.date.accessioned2018-03-02T18:12:48Z-
dc.date.available2018-03-02T18:12:48Z-
dc.date.issued2018-03-02-
dc.date.submitted2017-10-27-
dc.identifier.citationBEZERRA, Edilnete Maria Bessa. Estudo sobre uso de álcool e tabaco por professores de quatro escolas em Brasília: análise sob a ótica da (bio)ética das virtudes. 2017. 160 f., il. Tese (Doutorado em Bioética)—Universidade de Brasília, Brasília, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/31338-
dc.descriptionTese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Bioética, 2017.pt_BR
dc.description.abstractO terceiro milênio está sendo marcado pelo uso de drogas, sendo que o consumo de drogas lícitas constitui um problema preocupante de ordem mundial. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, o tabaco mata quase 6 milhões de pessoas/ano enquanto o álcool parece se relacionar direta ou parcialmente a 3,3 milhões de mortes de pessoas/ano. Os adolescentes constituem um público vulnerável, pois a adolescência é marcada por transformações biológicas, cognitivas, emocionais e sociais, experimentação de novos comportamentos e substâncias, como tabaco e álcool, o que leva muitos jovens a iniciarem maus hábitos antes dos 15 anos. Considerando que, além da família, o professor é a pessoa que mais passa tempo com o jovem, este trabalho teve o objetivo de verificar se o professor que possui algum vício (fumar ou beber) teria um comportamento igual ao docente que não possui esses vícios, ou dentre uma mesma população (de usuário ou de não usuários) se o fato de se considerar modelo ou não difere em seu comportamento para reduzir o interesse do jovem pela utilização dessas drogas. Foi elaborado um questionário semiestruturado, autoaplicável com perguntas relacionando hábitos de consumo de tabaco e álcool, o trabalho do professor em sala de aula e sua interação com alunos quando o assunto é saúde. Inicialmente, tendo como base a ética das virtudes de Aristóteles, Pellegrino e MacIntyre, os professores foram divididos em dois grupos de acordo com suas resposta à pergunta quanto ao que eles representam na vida do seu aluno. Os professores que responderam com as palavras “modelo”, “exemplo”, “referência” ou palavras cuja significação denotasse esse contexto foram classificados na categoria “SIM”; respostas com palavras de outras conotações foram classificados na categoria “NÃO”. Dos 137 professores pesquisados, 61 foram classificados na categoria “SIM” e 54 na categoria “NÃO” e 22 não opinaram, sendo classificados na categoria “NR”. Da amostra, encontramos 10 professores fumantes (7,3%), e 92 usuários de álcool (67,2%). Os resultados mostram que, dentro de sala de aula e na interação com seu aluno, professores das categorias “NÃO” tiveram um comportamento semelhante aos da categoria “SIM” e, fora de sala de aula, como no caso de beber e dirigir, aconteceu o inverso: professores da categoria “SIM” se assemelhavam aos da categoria “NÃO”. Concluímos que os professores podem ser levados a fumar/beber pelas condições e excesso de trabalho, mas sabem de sua responsabilidade e tentam desestimular o interesse dos alunos pelas drogas; mas fora da escola, o professor não tem essa preocupação.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleEstudo sobre uso de álcool e tabaco por professores de quatro escolas em Brasília : análise sob a ótica da (bio)ética das virtudespt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordTabacopt_BR
dc.subject.keywordÁlcoolpt_BR
dc.subject.keywordBioéticapt_BR
dc.subject.keywordTabagismopt_BR
dc.subject.keywordDrogas - abusopt_BR
dc.description.abstract1The third millennium is being marked by the use of drugs, in which the consumption of legal drugs has become a problem of world concern. According to data by the World Health Organization (WHO), tobacco kills almost 6,000,000 people every year while alcohol is related directly or partially of the death of 3,300,000 people every year. Adolescents constitute a vulnerable public, because they are marked by biological, social, cognitive and emotional transformations and experimentation of new behaviors and substances such as tobacco and alcohol, which leads many young people to start bad habits before 15 years old. Taking into consideration that, besides the family, the teacher is the one who spends longer with the youngsters, this research had the aim to check if the teacher who has any vices (smoking or drinking) would behave just like the teacher that does not have these vices, or, among the same population, (user or not users) if the fact of considering a model of virtues or not differs in their behavior to prevent the young from being interested in drugs. A semi-structured questionnaire was prepared, self-applicable with questions relating tobacco and alcohol consumption habits, their work in the classroom and their interaction with students when the subject is health. Initially, based on the Ethic of Virtues of Aristoteles, Pellegrino and MacIntyre, the teachers were divided into two groups according to their answer to the question of what they represent in their student's life. Teachers who answered with the words "model", "example", "reference" or words whose meaning implied that context were classified in category "YES"; answers with words of other connotations were classified as "NO". Of the 137 teachers surveyed, 61 were classified as "YES", 54 as "NO" and 22 did not reply,these were classified in category "NR". Of the sample, we found 10 smoker teachers (7.3%), and 92 users of alcohol (67.2%). The results show that within the classroom and in the interaction with their students, teachers of the categories "NO" had a similar behavior to the "YES" and out of the classroom, as in the case of drinking and driving, it happened otherwise: teachers for the "YES" are similar to the "NO". We conclude that teachers can be taken to smoke/drink by the conditions and overwork, but know their responsibility and try to discourage the interest of students for drugs; but outside of school, the teacher doesn't have that concern.pt_BR
Appears in Collections:DSC - Doutorado em Bioética (Teses)

Show simple item record Recommend this item " class="statisticsLink btn btn-primary" href="/handle/10482/31338/statistics">



Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.