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Título: Efeitos do Fascia Stretching Training-7 nas respostas neuromusculares e metabólicas em homens treinados
Autor(es): Padilha, Ubiratan Contreira
Orientador(es): Marques, Martim Francisco Bottaro
Coorientador(es): Vieira, Amilton
Assunto: Treinamento de força
Alongamento (Fisiologia)
Exercícios físicos - aspectos fisiológicos
Data de publicação: 5-Fev-2018
Referência: PADILHA, Ubiratan Contreira. Efeitos do Fascia Stretching Training-7 nas respostas neuromusculares e metabólicas em homens treinados. 2017. x, 52 f., il. Dissertação (Mestrado em Educação Física)—Universidade de Brasília, Brasília, 2017.
Resumo: OBJETIVO: Comparar as respostas neuromusculares e metabólicas ao método fascia stretching trainig-7 sets (FST-7) em homens treinados. MÉTODOS: Participaram do estudo 12 homens com experiência em treinamento de força, com idade de 29 ± 6,10 anos, massa corporal 84,46 ± 10,28 kg e de estatura 178,02 ± 6,93 cm, os quais foram submetidos a três sessões de exercício randomizadas de extensão de joelho em equipamento isocinético do membro dominante. As três sessões foram compostas por: (1) FST-7 = 7 x 10, 40 s de intervalo de recuperação (IR) e alongamento estático da musculatura do quadríceps por 20 s; (2) Controle (CON) = 7 X 10, 40 s e IR passivo; e (3) Tradicional (TRA) = 7 x 10 e IR passivo de 120 s. O intervalo entre cada método foi de no mínimo 72 e no máximo 192 horas. O trabalho total (TT) e o Pico de torque (PT) foram fornecidos pelo softwere do isocinetico. O sinal EMG foi registrado a partir do músculo reto femoral durante todas as séries, foram analisados a amplitude (AMP EMG) e a Frequência de Potência Mediana (FPM). A Ultrassonografia foi realizada para a espessura muscular (EM) no músculo reto femoral pré e pós exercício. Coleta de sangue capilar foi realizada para análise do lactato sanguíneo (LS) pré e pós exercício. RESULTADOS: O FST-7 apresentou o menor TT, entretanto o maior índice de fadiga comparado ao COM e TRA. Além disso, apresentou uma tendência de redução na AMP EMG (p = 0,052), bem como uma menor FPM ao longo das séries em relação ao COM e TRA. Durante as repetições (1ª, 5ª e 10ª) o FST-7 apresentou uma menor AMP EMG, assim como um decréscimo progressivo na FPM comparado ao COM e TRA. Em relação a EM (p = 0,78) e o LS (p = 0,456) não foi observada diferença significativa entre os métodos. CONCLUSÃO: Este estudo fornece evidências que o FST-7 não seja um método de TF adequado para induzir uma hiperemia maior que os demais métodos de forma aguda CON e TRA. Estes resultados podem auxiliar treinadores e praticantes do TF na escolha de métodos mais eficazes quando o objetivo for gerar maior estresse mecânico e metabólico.
Abstract: PURPOSE To compare the neuromuscular and metabolic responses to the fascia stretching trainig-7 sets (FST-7) method in trained men. METHODS: Twelve strength trained men, with mean age of 29.00 ± 6.10 years, mean weight 84.46 ± 10.28 kg, and mean height 178.02 ± 6.93, were submitted to three resistance exercise sessions in a randomized-crossover counterbalanced design, with an isokinetic knee extension exercise on the right leg. The three exercise sessions were composed by (1) FST-7: 7 sets of 10 repetitions, with 40 seconds as rest interval and static stretching of knee extensors for 20 seconds; (2) Control: 7 sets of 10 repetitions, with 40 seconds as passive rest interval; and Traditional: 7 sets of 10 repetitions, with 120 seconds as passive rest interval. The recovery between each protocol was set between 72 and 192 hours. Total work (TW) and peak torque (PT) were measured by isokinetic dynamometer software. Electromyographic signal was recorded from rectus femoris during all sets. Magnitude and mean power frequency were analyzed. Muscle thickness were measured before and after exercise trough an ultrasound equipment. Blood collection was performed before and after each protocol. RESULTS: FST-7 showed lower TW, and a greater fatigue index compared to CON and TRA. Additionally, FST-7 showed a tendency to decrease on signal magnitude (p = 0.052), and a lower mean power frequency during sets compared to CON and TRA. During repetitions (1st, 5th, and 10th), FST-7 showed a lower signal magnitude and a progressive decrease of MPF, compared to CON and TRA. Muscle thickness (p = 0.780) and blood lactate (p = 0.456) did not differ between methods. CONCLUSION: This study provided evidences that FST-7 may be not suitable to induce strength and thickness gains. Traditional protocol seems to be more efficient to improve strength gains than FST-7 and CON. These results could assist physical trainers and strength training practitioners to choose efficient methods in order to improve mechanic and metabolic stress.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, 2017.
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