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Título: O papel do programa Minha casa, minha vida no processo de construção das cidades : a perspectiva configuracional
Outros títulos: The role of “Minha casa, minha vida” program in the cities building process : the configurational perspective
Autor(es): Carvalho, Alice de Almeida Vasconcellos de
Medeiros, Valério Augusto Soares de
Assunto: Política habitacional
Cidades e vilas - Brasil
Programa Minha Casa Minha Vida (Brasil)
Data de publicação: Out-2017
Editora: Pontifícia Universidade Católica do Paraná
Referência: CARVALHO, Alice de Almeida Vasconcellos de; MEDEIROS, Valério Augusto Soares de. O papel do programa Minha casa, minha vida no processo de construção das cidades: a perspectiva configuracional. urbe. Revista Brasileira de Gestão Urbana, Curitiba, v. 9, supl. 1, p. 396-407, out. 2017. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2175-33692017000400396&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 10 jan. 2018. doi: http://dx.doi.org/10.1590/2175-3369.009.supl1.ao11.
Resumo: A literatura aponta a fragmentação espacial caracterizada pela “colcha de retalhos” como uma das feições mais marcantes das cidades brasileiras. Considerando que a política habitacional recente, ao disponibilizar vultosos recursos para a construção de moradias por meio do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), vem impactando substancialmente as estruturas urbanas, seja pela expansão ou consolidação do tecido, explora-se neste artigo a relação entre o programa e a produção do espaço urbano, na perspectiva configuracional. Utilizando-se do aparato teórico, metodológico e ferramental advindo da Sintaxe Espacial ou Teoria da Lógica Social do Espaço, analisam-se os empreendimentos contratados pelo PMCMV por meio do Fundo de Arrendamento Residencial – FAR em 24 capitais estaduais brasileiras, de modo a compreender, a partir da análise comparativa em caráter exploratório, em que medida esses empreendimentos impactam o tecido urbano, em termos relacionais. A hipótese a ser testada é de que as novas áreas impulsionadas pelo PMCMV seguem a mesma tendência de fragmentação do tecido identificada em cidades brasileiras, reforçando a segregação sócio espacial existente. No entanto, os achados apontaram um cenário heterogêneo, verificando que não se deve reputar ao programa, de forma generalizada, a piora no quadro de fragmentação/dispersão do tecido, que vem sendo uma característica das cidades do país há décadas.
Abstract: The analysis of the literature review defines the spatial fragmentation based on a patchwork pattern as one of the main features of the Brazilian urban fabric. Considering that the recent housing policy, by providing a significance resources to build houses in “Minha Casa, Minha Vida” Program (PMCMV), impacts substantially the Brazilian cities, by either expanding or consolidating the urban grid, this paper explores the relationship between the national housing policies associated with the PMCMV and the urban configuration. The research focus is morphological, according to the theoretical, methodological and technical approach offered by the Theory of the Social Logic of Space (Space Syntax), considering a comparative and exploratory perspective. The analysis are focused in the developments contracted in the “Fundo de Arrendamento Residencial – FAR” category, in 24 Brazilian capitals, aiming at discussing to what extent these real estate developments caused impact in the urban network, taking into account a relational perspective. The evaluated hypothesis is that the new areas developed by means of the PMCMV follow the same fragmentary tendency identified in the country´s major cities, stressing the socio-spatial segregation. Findings, however, have suggested a more heterogeneous situation, in both negative and positive ways: sometimes the developments help to better connect the urban grid.
Licença: urbe. Revista Brasileira de Gestão Urbana - Este é um artigo publicado em acesso aberto (Open Access) sob a licença Creative Commons Attribution, que permite uso, distribuição e reprodução em qualquer meio, sem restrições desde que o trabalho original seja corretamente citado (CC BY 4.0). Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2175-33692017000400396&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 10 jan. 2018.
DOI: http://dx.doi.org/10.1590/2175-3369.009.supl1.ao11
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