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dc.contributor.advisorTafuri, Maria Izabel-
dc.contributor.authorSchneider, Ciomara-
dc.date.accessioned2017-11-17T21:23:06Z-
dc.date.available2017-11-17T21:23:06Z-
dc.date.issued2017-11-17-
dc.date.submitted2017-07-31-
dc.identifier.citationSCHNEIDER, Ciomara. Reflexões acerca da posição do psicanalista na clínica infantil frente à “querela” dos diagnósticos. 2017. 155 f., il. Tese (Doutorado em Psicologia Clínica e Cultura)—Universidade de Brasília, Brasília, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/25217-
dc.descriptionTese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Cultura, 2017.pt_BR
dc.description.abstractO presente trabalho estuda a Psicanálise na clínica com crianças diagnosticadas pela área médica. Busca entender as especificidades do atendimento e a posição do psicanalista diante do diagnóstico. A base teórica da pesquisa é a psicanalítica, com breve revisão da história da Psicanálise no atendimento à criança, incluindo os casos clássicos e a constituição subjetiva do sujeito. Visa compreender a clínica psicanalítica em sua própria diversidade teórica no debate contemporâneo. Procura diferenciar a concepção de diagnóstico na Psicanálise e no modelo médico. O método da pesquisa é o qualitativo, que explica os fenômenos e os processos da experiência vivida, esclarece o objeto de investigação e organiza os dados com maior clareza. A discussão se deu a partir de relatos de experiência com duas crianças, sendo uma diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outra com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). A análise dos dois casos foi organizada a partir de cinco categorias: i) apresentação da queixa; ii) os primeiros indícios e a hipótese diagnóstica; iii) a escuta, com a análise do diagnóstico; iv) a condução da análise; e v) as conclusões possíveis. O modelo médico classificatório prevalece nos diagnósticos, de onde se conclui que o psicanalista não pode trabalhar isolado, precisa dialogar com os pais, com o próprio médico que deu o diagnóstico, decom a escola ou a equipe de atendimento. Deve procurar rever as relações que se estabelecem para além do consultório. O diagnóstico médico aponta para o transtorno, as suas características descritivas e etiologia, o da Psicanálise propõe a escuta do sujeito em sua subjetividade, a partir da transferência estabelecida entre ambos. O papel do analista é conciliar a necessidade de escutar a criança em sua singularidade e a de interagir com as outras áreas. A proposta é de uma Psicanálise em extensão que promova o diálogo, amplie o olhar para a criança atrás do estigma do transtorno mental. As pesquisas de orientação psicanalítica são um meio para que haja interação entre os profissionais em um sentido mais amplo, envolvendo as diferentes concepções sobre o problema. Não consideramos que haja uma influência para o tratamento psicanalítico a partir do diagnóstico médico, o que muda é apenas a interação com as outras áreas. Concluímos, portanto, que o contato direto do psicanalista com a família, o médico especialista, a escola, entre outros, levando a uma compreensão mais crítica dos diagnósticos de transtorno mental para a criança.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleReflexões acerca da posição do psicanalista na clínica infantil frente à “querela” dos diagnósticospt_BR
dc.title.alternativeReflections on the position of the psychoanalyst in the children's clinic faced with the ‘quarrel’ of diagnosespt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordPsicodiagnósticopt_BR
dc.subject.keywordPsicanálise infantilpt_BR
dc.subject.keywordTranstorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)pt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1This work studies psychoanalysis in the clinic with children diagnosed by the medical field. It seeks to understand the specificities of care and the position of the psychoanalyst in the face of diagnosis. The theoretical basis of the research is the psychoanalytic, with a brief review of the history of psychoanalysis in the care of the child, including the classic cases and the subjective constitution of the subject. It aims to understand the psychoanalytic clinic in its own theoretical diversity in the contemporary debate. It seeks to differentiate the conception of diagnosis in psychoanalysis and in the medical model. The method of research is qualitative, which explains the phenomena and processes of lived experience, clarifies the object of investigation and organizes the data. The discussion was based on reports of experience with two children, one diagnosed with Autism Spectrum Disorder (ASD) and another with Attention Deficit Hyperactivity Disorder (ADHD). The analysis of the two cases was organized from five categories: i) presentation of the complaint; ii) the first signs and the diagnostic hypothesis; iii) listening, with analysis of the diagnosis; iv) conducting the analysis; And (v) the possible conclusions. The classifying medical model prevails in the diagnoses, from which it can be concluded that the psychoanalyst cannot work alone, needs to dialogue with the parents, with the doctor who gave the diagnosis, with the school or care team. It should seek to review relationships that are established beyond the clinic. The medical diagnosis points to the disorder, its descriptive characteristics and etiology, that of psychoanalysis proposes to listen to the subject in its subjectivity. The role of the analyst is to reconcile the need to listen to the child in its singularity and to interact with the other areas. The proposal is a psychoanalysis in extension, which promotes dialogue, widens the gaze to the child behind the stigma of mental disorder. Psychoanalytic orientation research is a way for interaction among professionals in a broader sense, involving different conceptions about the problem. We do not consider that there is an influence for the psychoanalytic treatment from the medical diagnosis, what changes is only the interaction with the other areas. We conclude, therefore, that the direct contact of the psychoanalyst with the family, the specialist physician, the school, among others, leads to a more critical understanding of the diagnoses of mental disorder for childrenpt_BR
Appears in Collections:PCL - Doutorado em Psicologia Clínica e Cultura (Teses)

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