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Title: A violência adolescente e as complexidade do agir
Authors: Gregório, Gregório De Sordi
Amparo, Deise Matos do
Assunto:: Adolescentes
Violência
Psicanálise
Subjetividade
Issue Date: 2013
Publisher: Instituto de Educação, Universidade de Lisboa.
Citation: GREGÓRIO, Gregório De Sordi; AMPARO, Deise Matos do. A violência adolescente e as complexidades do agir. Interacções, v. 9, n. 26, 2014. Disponível em: <http://revistas.rcaap.pt/interaccoes/article/view/3360/2687>. Acesso em: 15 set. 2017.
Abstract: Considerando a violência como sendo o exercício da força sem levar em consideração alguém ou alguma coisa, pode-se afirmar que a adolescência é um período caracterizado por aspectos violentos. Não somente no que se refere aos casos de atuação desta, como também pela violência interna pubertária. O adolescente se vê diante de mudanças corporais, sociais e psíquicas. O corpo, outrora infantil e familiar, agora é púbere e estranho. Há também a revivescência do Complexo de Édipo e, como nos mostra Freud, a forma de lidar com o incesto é uma forma de lidar com a lei. Observam-se, ainda, falhas ansiogênicas no quadro de referência que poderá ser buscado pela via da atuação em outro lugar. Nesta pesquisa multimetodológica com abordagem qualitativa, foram realizados grupos focais e entrevistas semiestruturadas com adolescentes em situação de internação, de liberdade assistida e semiliberdade. Constatou-se que a violência protagonizada pelos adolescentes revela, principalmente, sua forma de defesa perante uma vivência de traumatismos e angústias. Providenciar suporte e apoio a estes adolescentes pode ajudá-los a se sentir mais seguros e, assim, diminuir a violência atuada por eles. A escola e as instituições de referência podem se constituir em um vínculo fundamental, instaurador de reflexão construtiva acerca das relações e dos atos cometidos.
Abstract: Considering the violence as the exercise of power without regard to anyone or anything, it can be stated that adolescence is a period characterized by violent aspects. Not only regarding cases of operation thereof, but also by the internal violence. The teenager is faced with bodily, social and psychological changes. The body, once the childish and acknowledged, now is pubescent and strange. There is also a revival of the Oedipus complex and, as Freud shows us the way to deal with incest is a way of dealing with the law. There are also anxiogenic flaws in frame of reference that can be sought by acting elsewhere. This multi-methodological study with a qualitative approach conducted focus groups and semi-structured interviews with adolescents in detention, assisted freedom and semi-liberty. It was found that violence carried out by adolescents reveals principally the form of defense towards an experience of trauma and distress. Providing support and assistance to these teens can help them feel more secure and thus reduce the violence enacted by them. The school and the reference institutions may constitute a fundamental link, establisher of constructive thinking about the relations and the acts committed.
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