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dc.contributor.authorSoto Rojas, Maria das Graças-
dc.contributor.authorReis, Cássia Barbosa-
dc.contributor.authorRozisca, Verônica Fabíola-
dc.contributor.authorCunha, Rivaldo Venâncio da-
dc.date.accessioned2017-08-15T13:15:20Z-
dc.date.available2017-08-15T13:15:20Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.citationROJAS SOTO, Maria das Graças et al. Crack em cidades gêmeas: o que existe e não se revela. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE GEOGRAFIA DA SAÚDE, 8., 2017, Dourados-MS. Anais eletrônicos... Dourados-MS: UFGD, 2017. v. 1. p. 135 – 144. Disponível em: <http://www.geosaude.org/anais>. Acesso em: 15 ago. 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/24119-
dc.description.abstractO crack é um problema de saúde pública no Brasil, consumido em 98% dos municípios. No Paraguai, em dois anos houve aumento de 95,4% no tratamento de usuários de crack. Ponta Porã/MS e Pedro Juan Caballero/Paraguai são cidades-gêmeas cujo atendimento em saúde mental funciona em interdependência. Do lado brasileiro, o Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD) recebe usuário e família independente de nacionalidade ou cadastro no sistema do Cartão Nacional de Saúde. Este estudo objetivou identificar características sociodemográficas do usuário de crack em tratamento das cidades gêmeas. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, com entrevistas semiestruturadas com famílias de usuários de crack cadastradas no CAPS AD de Ponta Porã/MS, em 2014, com dados submetidos ao método de análise do discurso. Descartaram-se 67% dos prontuários da amostra pela impossibilidade em localizar os pacientes porque domicílio no Paraguai não é informado. Os usuários de crack em tratamento são brasileiros (90%), maiores de idade (100%), falam português (90%), utilizam SUAS (60%), buscaram o serviço espontaneamente (85%), usam álcool (90%), sofreram violência (70%), não possuem problemas de saúde (40%). Conclui-se que as inconsistências no cadastro e a dificuldade de abordagem dos pacientes paraguaios, influenciam no conhecimento sobre a realidade do crack na fronteira. Falhas no encaminhamento da rede pública de proteção tornam os usuários ainda mais invisíveis. Crack, álcool e violência não são percebidos como problemas de saúde. Registros equivocados e subnotificação oficial dificultam a obtenção da identificação do usuário de crack em tratamento na cidade gêmea e consequentes políticas de intervenção.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e Grupo de Pesquisa Saúde, Espaço e Fronteira(s) – GESFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleCrack em cidades gêmeas : o que existe e não se revelapt_BR
dc.title.alternativeCrack cocaine in twin cities : that what exists and it’s not uncoveredpt_BR
dc.typeTrabalhopt_BR
dc.subject.keywordCrack (Droga)pt_BR
dc.subject.keywordSaúde pública - Brasil - Paraguaipt_BR
dc.rights.licenseAutorização concedida ao Repositório Institucional da Universidade de Brasília (RIUnB) pelo Coordenador Geral do VIII GeoSaúde, em 08 de agosto de 2017, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 Internacional, que permite copiar, distribuir, publicar e criar obras derivadas desde que estas façam parte da mesma licença e que o autor e licenciante seja citado. Não permite a utilização para fins comerciais.pt_BR
dc.description.abstract1Crack cocaine is a public health problem in Brazil, consumed in 98% of municipalities. In Paraguay, in two years there was a 95.4% increase in the treatment of crack users. Ponta Porã/MS and Pedro Juan Caballero/Paraguay are twin cities whose mental health care works in interdependence. On the Brazilian side, the Alcohol and Drugs Psychosocial Care Center (CAPS AD) receives user and family independent of nationality or register in the National Health Card system. This study aimed to identify sociodemographic characteristics of crack cocaine users in treatment of the twin cities. This is a qualitative research, with semi-structured interviews with families of crack cocaine users registered in the CAPS AD of Ponta Porã/MS, in 2014, with data submitted to the discourse analysis method. Sixtyseven percent of patient's files were excluded due to the impossibility of localizing patients because residence in Paraguay is not informed. Crack cocaine users undergoing treatment are Brazilian (90%), of age (100%), portuguese speaking (90%), user of SUAS (60%), spontaneously seeking service (85%), alcohol user (90%), suffered violence (70%), have no health problems (40%). It is concluded that the inconsistencies in the registers and the difficulty of approaching Paraguayan patients, influence the knowledge about the reality of crack cocaine at the border. Failures in the public protection network referrals become users even more invisible. Crack, alcohol and violence are not perceived as health problems. Wrong records and official underreporting make it difficult to identify crack cocaine users in treatment in the twin city and consequent intervention policies.pt_BR
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