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Título: Parresia e hermenêutica de profundidade nas trilhas de Hermes : raça e gênero em formas simbólicas sobre o jornalismo como profissão no Brasil
Autor(es): Rosa, Isabel Cristina Clavelin da
Orientador(es): Porto, Sérgio Dayrell
Assunto: Comunicação
Jornalismo
Trabalho
Raça
Gênero
Data de publicação: 9-Jul-2017
Data de defesa: 14-Out-2016
Citação: ROSA, Isabel Cristina Clavelin da. Parresia e hermenêutica de profundidade nas trilhas de Hermes: raça e gênero em formas simbólicas sobre o jornalismo como profissão no Brasil. 2016. 688 f., il. Tese (Doutorado em Comunicação)—Universidade de Brasília, Brasília, 2016.
Resumo: Estudo sobre as dimensões de raça e de gênero no jornalismo como profissão no Brasil a partir de formas simbólicas de 21 jornalistas, mulheres e homens, negros e brancos, disciplinado pela análise dos discursos e com referencial teórico-metodológico da hermenêutica de profundidade do pensamento feminista negro. A parresia – a fala franca, a coragem de dizer – corresponde às condições elementares para a produção de formas simbólicas sobre racismo, relações raciais, sexismo e relações de gênero, essas sob o recorte de mulheres e homens no exercício da profissão de jornalista. Tais formas simbólicas estão em vias de organização e, ao tornarem-se formações discursivas, entram na arena discursiva sobre a incidência do racismo e do sexismo no jornalismo como profissão, revelando novos contornos para a identidade profissional, desafios para a comunidade discursiva jornalística e novas questões para os estudos sobre jornalismo no Brasil. Por meio da hermenêutica de profundidade, os sujeitosenunciadores e sujeitos-discursivos evidenciam, em decorrência da hermenêutica do sujeito, ontologias em contraposição ao mito da democracia racial e ao patriarcado.
Abstract: Study on the dimensions of race and gender in journalism as a profession in Brazil from symbolic forms of 21 journalists, women and men, black and white, based on Discourses Analysis and on black feminist thought. The parresia – frank speech, the courage to say - corresponds to the basic conditions for the production of symbolic forms of racism, racial relations, sexism and gender relations, these under the focus of women and men in the practice of journalism. Such symbolic forms are being organized and as soon as they become discursive formations, they enter the discursive arena on the incidence of racism and sexism in journalism as a profession, revealing new dimensions for the professional identity, challenges for the journalistic discourse community and new issues for studies about journalism in Brazil. Through the depth of hermeneutics, the subject of enunciation and subject-discursive the discursive subject show identity ontologies in contraposition to the myth of racial democracy and the patriarchy.
Descrição: Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Comunicação, Programa de Pós-Graduação em Comunicação, 2016.
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Coorientador(es): Bandeira, Lourdes Maria
Aparece nas coleções:FAC - Doutorado em Comunicação (Teses)

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