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2016_JoãoPauloVieiraMartinsLucas.pdf3,49 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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dc.contributor.advisorLignelli, César-
dc.contributor.authorLucas, João Paulo Vieira Martins-
dc.date.accessioned2016-12-20T14:14:04Z-
dc.date.available2016-12-20T14:14:04Z-
dc.date.issued2016-12-20T14:14:04Z-
dc.date.submitted2016-03-21-
dc.identifier.citationLUCAS, João Paulo Vieira Martins. Criação musical e coreográfica em colaboração: tempo, experiência, alteridade. 2016. 209 f., il. Dissertação (Mestrado em Artes)—Universidade de Brasília, Brasília, 2016.en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/21993-
dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Artes, Programa de Pós-graduação em Arte, 2016.en
dc.description.abstractQuando um coreógrafo e um compositor musical se encontram para colaborar numa criação conjunta, em que instâncias se movimentam? Em que plano convergem seus saberes, suas referências e suas inquietações artísticas particulares, em que condições se aprofunda sua cumplicidade criativa? O impulso inicial da presente pesquisa parte destas indagações. Entre os dois criadores se funda uma relação de diálogo, que vai trilhando o seu caminho ao longo de sua própria dialogia, sujeito às modelações que sobrevém do cruzamento de ambições expressivas, de idiossincrasias, de poéticas pessoais, de um sem número de fatores que vão determinando os destinos da composição da obra. Surge assim uma nova interrogação, à qual procurarei responder nesta pesquisa: existirão formas de pensar a colaboração (formas de enfrentá-la) que coloquem os sujeitos da experiência colaborativa no encalço do enriquecimento potencial do seu objeto? E, a existirem tais formas, como conscientizá-las de modo a se tornarem úteis ao aprimoramento do processo criativo? Considerando o universo infinito das relações de colaboração entre as diferentes disciplinas artísticas, me proponho no presente estudo a um recorte preciso: problematizar a colaboração entre coreógrafo e compositor musical, tentando identificar os eixos em que essa colaboração se atualiza e possibilitar caminhos que revelem (e eventualmente amplifiquem) a potência virtual que ela encerra. Para tal revisito dois processos criativos que vivenciei e dos quais retiro considerações que me parecem importantes, procurando relacioná-las com um campo epistemológico multidisciplinar e projetando-as na tentativa de conceber um pensamento sobre a colaboração artística que contribua efetivamente para beneficiar a sua qualidade, a sua intensidade e o seu êxito. Os conceitos de plano de colaboração e de experiência de colaboração projetam, nesta pesquisa, dois eixos exploratórios em cujo enfoque se alicerça a análise dos referidos processos. Refletindo sobre os sentidos e intensidades em movimento na articulação entre a dança e a música, bem como sobre a entrega do coreógrafo e do compositor à sua mútua alteridade colaborativa, me proponho ao levantamento de estratégias operativas e à sinalização de ponderações que potenciem a experiência da colaboração. _________________________________________________________________________________________________ ABSTRACTen
dc.description.abstractWhat is the possible ground when a choreographer and a music composer get together to elaborate a joint creation? In what sphere can their knowledge, their references, their specific artistic concerns meet? Which are the conditions needed for a deepening of their creative complicity? How do the multiple senses invested in the process of composition of their work flow? The initial impulse of this research has such questions as a point of departure. A dialogue is established between the two creators, a relationship that threads its path along their own dialogy, a path which is subject to a modelling that is an expression of the crossing of expressive ambitions, idiosyncrasies, personal poetics, of a countless number of factors that slowly determine the destinies of the work composition. This leads to a new interrogation, one that I will try to answer in this research: are there ways to think the cooperation (ways to face it) that place the subjects of this cooperative experience on a path to a potential enrichment of their object? And, if such ways exist, how can one incorporate them in order for them to become useful to the enhancement of the creative process? Considering the infinite universe of cooperative relationships between the different artistic disciplines, I propose a specific outline on this study: to question the cooperation between the choreographer and the music composer, in an effort to identify the axis in which this cooperation materializes and facilitate paths that reveal (and possibly amplify) the virtual power they encompass. With this in mind, I revisit two creative processes I’ve experienced and from which I derive considerations that I find important, trying to connect them with a multidisciplinary epistemological field and bringing them forth in an attempt to conceive a thought about artistic cooperation that contributes effectively to benefit its quality, its intensity and its success. The concepts of cooperation plan and cooperation experience project – in this research – two exploratory axes that act as a foundation to the analysis of said processes. By reflecting on the senses and intensities present in the articulation between dance and music, as well as on the commitment of the choreographer and the composer to their mutual cooperative otherness, I propose to do a survey of the cooperative strategies and flag the considerations that enhance the cooperative experience.en
dc.language.isoPortuguêsen
dc.rightsAcesso Abertoen
dc.titleCriação musical e coreográfica em colaboração : tempo, experiência, alteridadeen
dc.typeDissertaçãoen
dc.subject.keywordCoreografiaen
dc.subject.keywordCriação (Literária, artística, etc.)en
dc.subject.keywordRepresentação artísticaen
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.en
Aparece nas coleções:IdA - Mestrado em Artes (Dissertações)

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