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Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.unb.br/handle/10482/2085
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Title: Crescimento econômico, diferenciais regionais de renda e migração : teoria e evidências empíricas
Authors: Oliveira, Carlos Wagner de Albuquerque
Orientador(es):: Ellery Junior, Roberto de Goes
Assunto:: Desenvolvimento econômico
Renda - distribuição
Migração
Geografia humana
Disparidades econômicas regionais
Issue Date: 29-Oct-2009
Citation: OLIVEIRA, Carlos Wagner de Albuquerque. Crescimento econômico, diferenciais regionais de renda e migração: teoria e evidências empíricas. 2006. 109 f. Tese (Doutorado em Ciências Econômicas)-Universidade de Brasília, Brasília, 2006.
Abstract: Os modelos neoclássicos que versam sobre crescimento econômico apresentam como corolário a convergência de renda entre regiões. Não obstante, o Brasil se caracteriza historicamente pela concentração geográfica da produção e da renda. Recentemente, essa possibilidade tem sido incorporada pela teoria, cujos argumentos se pautam na existência de vantagens comparativas, retornos crescentes de escala, economias de aglomeração e externalidades marshallianas. A questão então é: a política regional deve enfatizar a redução das disparidades regionais de renda existentes no Brasil? A resposta a essa questão é apresentada neste trabalho, tomando como base o modelo apresentado em Matsuyama e Takahashi (1998). Os resultados mostram que no período em que o Brasil acelerava o seu processo de industrialização (anos de 1950), havia uma tendência natural para a concentração regional da produção e da população e essa concentração traria um maior nível de bem-estar para a população. Assim, a política regional deveria ser a de incentivar a concentração, o contrário do que postulara o relatório do GTDN. Porém, a conjuntura dos anos 1980 mostrou que, nesse período, a população atingiria um superior nível de bem-estar se fosse melhor distribuída entre as regiões. Embora uma distribuição igualitária da população seja desejável, partindo de uma situação de concentração, o setor público deveria atuar efetivamente no sentido de promover uma melhor distribuição populacional. _______________________________________________________________________________________ ABSTRACT
The neoclassic growth models present results such as income convergence between regions. Nevertheless, Brazil has a historical geographic concentration of income and production. Recently, economic theory has incorporated this possibility, whose arguments are based on comparative advantages, increasing returns, agglomeration economies, and Marshallian externalities. The main question is: Brazilian regional policy must emphasize the reduction of income disparities among regions? The answer to this question is presented in this paper, based on the Matsuyama e Takahashi (1998) model. The results show that, in the period which Brazil accelerated its industrialization process (i.e., 1950s), there was a natural trend for regional concentration of production and population and that that concentration could give a higher welfare level for the population. Therefore, regional policy should induce concentration, contrary to the GTDN report. Nonetheless, the 1980s showed that population could get a higher welfare level if the former were distributed more equally among regions. Even though a better population distribution is desirable, from a situation of concentration, the public sector should perform effectively in order to promote deconcentration.
Description: Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Departamento de Economia, 2006.
Appears in Collections:ECO - Doutorado em Economia (Teses)

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