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Título: Possibilidade de autonomia e soberania energética através da biodigestão anaeróbica em assentamento da reforma agrária : estudo de caso no projeto de assentamento Pequeno Willian - DF
Outros títulos: Possibility of autonomy and energy sovereignty through anaerobic digestion in settlement of agrarian reform : case study in the settlement project Willian Small - DF
Autor(es): Silva, Frederico Pinto da
Orientador(es): Ávila, Mário Lúcio de
Coorientador(es): Guerroué, Jean-Louis Le
Assunto: Assentamento agrário
Autonomia
Energia - fontes alternativas
Desenvolvimento rural - América Latina
Organização social
Data de publicação: 12-Mai-2016
Referência: SILVA, Frederico Pinto da. Possibilidade de autonomia e soberania energética através da biodigestão anaeróbica em assentamento da reforma agrária: estudo de caso no projeto de assentamento Pequeno Willian-DF. 2015. xv, 162 f., il. Dissertação (Mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural)—Universidade de Brasília, Brasília, 2015.
Resumo: As atividades agropecuárias são importantes do ponto de vista socioeconômico para o Brasil, principalmente oriundas de grupos que caracterizam agricultura familiar, como os assentados de reforma agrária. Os seus principais problemas dizem respeito à demanda de tecnologias apropriadas que permitam processos de autonomia, possibilitando outra relação com a matriz energética e uma menor dependência de insumos externos ao sistema produtivo local. O estudo propõe aos produtores assentados, que vivem em comunidades organizadas, meios para diminuir custos de produção, através da redução ou substituição da dependência energética e produção de adubo de origem orgânica. A tecnologia proposta para a produção de energia, com aproveitamento de resíduos orgânicos, é por meio da biodigestão anaeróbica, que produz o biogás e biofertilizante (adubo orgânico). Este estudo descreve a importância das atividades agrícolas familiares e coletivas, organizadas como as associações, que permitem a viabilidade de processos produtivos quando realizam suas tarefas produtivas em conjunto. Buscamos ainda demonstrar os vários benefícios ambientais econômicos e sociais para os assentados no uso da biodigestão anaeróbica pela análise de três modelos de biodigestores contínuos, os que mais se destacam como biodigestores rurais. A metodologia usada de estudo de caso possibilitou a coleta dos dados da pesquisa empírica do caso, realizado no Projeto de Assentamento Pequeno Willian, localizado na região administrativa de Planaltina no Distrito Federal. O estudo verificou a melhor técnica, através da análise de viabilidade econômica, bem como o dimensionamento que atendesse o suprimento de energia elétrica da comunidade. O dimensionamento partiu das necessidades de energia e da aptidão produtiva de criação animal da comunidade. Com o uso do gás (biogás) direcionado para a produção de energia elétrica, os resultados obtidos foram: a necessidade de rearranjo do modelo produtivos da comunidade nas atividades de criação de aves, para captação de seus resíduos; uso do biodigestor como uma fonte a mais de energia, atuando juntamente com a convencional; a possibilidade de substituição do uso do adubo químico pelo o orgânico, de forma gradativa, e a viabilidade econômica de instalação de um biodigestor central modelo chinês.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade UnB Planaltina, 2015.
Licença: A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.
DOI: http://dx.doi.org/10.26512/2015.D.20177
Aparece nas coleções:FUP - Mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural

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