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Título: Justificação e acessibilidade : como e por que rejeitar o internalismo epistêmico?
Outros títulos: Justification and accessibility : how and why to reject epistemic internalism?
Autor(es): Carvalho, Jéssica Franco de
Orientador(es): Bensusan, Hilan
Assunto: Internalismo epistêmico
Ceticismo
Data de publicação: 18-Mai-2015
Referência: CARVALHO, Jéssica Franco de. Justificação e acessibilidade: como e por que rejeitar o internalismo epistêmico? 2015. 101 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2015.
Resumo: O internalismo epistêmico e uma posição substantiva sobre a justificação epistêmica e, de maneira abrangente, sobre conceitos epistêmicos em geral, usualmente caracterizada em termos da adesão ao requisito de consciência. Esse requisito prescreve que uma crença e justificada somente se o agente tem consciência dos fatores que contribuem para a definição do status epistêmico da crença. Discutimos uma objeção posta por Michael Bergmann, que coloca em questão a efetividade de quaisquer perspectivas internalistas, e suas repercussões sobre diferentes alternativas, alegadamente internalistas; nomeadamente, o mentalismo e o disjuntivismo epistemológico. A objeção assume a forma de um dilema. Assim, se a consciência que o agente deve ter dos fatores que contribuem para a justificação da crença e forte – isto e, um tipo de consciência que envolve o agente conceber que um determinado fator e relevante para a justificação ou verdade da crença sustentada –, o internalismo e sujeito a um regresso que leva a uma conclusão cética, que possui repercussões amplas. Se a consciência que o agente deve ter dos fatores que contribuem para a justificação da crença e fraca – isto e, um tipo de consciência que não envolve o agente conceber que um determinado fator e relevante para a justificação ou verdade da crença sustentada –, o internalismo perde a motivação inicial de impor o requisito de consciência. Desse modo, em qualquer caso, o internalismo leva a conclusões indesejáveis e, portanto, deve ser rejeitado como uma posicao substantiva sobre a justificação. Defendemos que a objeção e parcialmente bem-sucedida e propomos algumas observações sobre o papel epistêmico que a exigência de acessibilidade cumpre no internalismo epistêmico.
Abstract: Epistemic internalism is a substantive position about epistemic justification and, in a comprehensive way, about epistemic concepts in general, usually characterized in terms of adherence to the awareness requirement. This requirement states that a belief is justified only if the agent is aware of the factors that contribute to the definition of the epistemic status of belief. We discussed an objection posed by Michael Bergmann, which calls into question the effectiveness of any internalist perspective and its effects on different alternatives allegedly internalist; in particular, mentalism and epistemological disjunctivism. The objection takes the form of a dilemma. Thus, if the awareness that the agent must have of the factors that contribute to the justification of belief is strong – that is, a type of awareness that involves the agent to conceive that a particular factor is relevant to the justification or truth of the belief held –, internalism is subject to a return that leads to a skeptical conclusion, which has wide repercussions. If the awareness that the agent must have of the factors that contribute to the justification of belief is weak – that is, a type of awareness that does not involve the agent to conceive that a particular factor is relevant to the justification or truth of sustained belief – internalism loses the initial motivation to impose the awareness requirement Thus, in any case, internalism leads to undesirable conclusions and therefore must be rejected as a substantive position about the justification. We argue that the objection is partly successful and we propose some observations about the epistemic role that the requirement of accessibility plays in epistemic internalism.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, 2015.
Licença: A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.
DOI: http://dx.doi.org/10.26512/2015.04.D.18197
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