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Título: Rifapentina no tratamento da infecção latente de tuberculose na população geral e em pessoas vivendo com HIV/AIDS : síntese das evidências
Autor(es): Vidal, Júlia Souza
Orientador(es): Sanchez, Mauro Niskier
Assunto: Tuberculose - tratamento
HIV (Vírus)
Data de publicação: 15-Out-2014
Referência: VIDAL, Júlia Souza. Rifapentina no tratamento da infecção latente de tuberculose na população geral e em pessoas vivendo com HIV/AIDS: síntese das evidências. 2014. 67 f., il. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva)—Universidade de Brasília, Brasília, 2014.
Resumo: A infecção latente da tuberculose (ILTB) e a coinfecção com HIV são desafios para o controle da tuberculose. O objetivo do presente estudo foi avaliar e sintetizar as informações disponíveis na literatura sobre o tratamento da ILTB na população geral e em pessoas que vivem com HIV/AIDS para subsidiar a decisão do Programa Nacional de Controle da Tuberculose quanto à quimioprofilaxia secundária da ILTB. Foram pesquisadas as bases MEDLINE, Cochrane Library, Centre for Reviews and Dissemination, EMBASE, LILACS, SCIELO, Tripdatabase, National Guideline Clearinghouse e Portal de Teses e Dissertações para identificar revisões sistemáticas, ensaios clínicos randomizados e diretrizes clínicas que avaliassem o tratamento da ILTB. A qualidade das evidências de ensaios clínicos randomizados foi avaliada por meio da escala de Jadad, e a qualidade das recomendações de outras fontes de evidências por meio da abordagem do GRADE – Grading of Recommendations Assessment, Development and Evaluation. As evidências disponíveis sugerem que não há diferença entre o tratamento de curta duração com rifapentina e a terapia preconizada, de 6 meses de isoniazida, na redução da incidência de tuberculose ativa ou mortalidade. A adesão foi melhor com a administração de rifapentina diretamente observada em comparação à isoniazida autoadministrada. A qualidade da evidência é moderada ou baixa. Rifapentina é recomendada por uma diretriz com base nessa qualidade da evidência. Os dados disponíveis são escassos e de qualidade moderada ou baixa, e os estudos em andamento também são abertos. As evidências disponíveis podem parecer insuficientes para apoiar a incorporação de rifapentina para ILTB na população geral e em pessoas que vivem com HIV/AIDS, mas aspectos como taxa de adesão, viabilidade da implementação, custos e peculiaridades locais devem ser considerados no momento da decisão. __________________________________________________________________________ ABSTRACT
Latent tuberculosis infection (LTBI) and HIV-coinfection are challenges to tuberculosis transmission control. We aimed to assess and synthesize the information available in the literature regarding the treatment LTBI in both general and HIV-positive population to support the Brazilian Tuberculosis Control Program decision-making for LTBI secondary chemoprophylaxis. We searched MEDLINE, Cochrane Library, Centre for Reviews and Dissemination, EMBASE, LILACS, SCIELO, Tripdatabase, National Guideline Clearinghouse and Brazilian Thesis Repository to identify systematic reviews, randomized clinical trials and clinical guidelines that assessed the LTBI pharmacological treatment. Quality of evidence from randomized clinical trials was assessed by using Jadad Scale and recommendations from other evidence sources by the Grading of Recommendations Assessment, Development and Evaluation (GRADE) approach. The available evidences suggest that there are no differences between rifapentine short course treatment and the standard 6-month therapy with isoniazid in reducing active tuberculosis incidence or death. Adherence was better with directly observed therapy rifapentine compared to self-administered isoniazid. The quality of evidence is moderate or low. Rifapentine is recommended by one guideline based on this quality of evidence. Evidence available is scarce and of moderate or low quality, and ongoing trials are design as open label. Available evidences may seem insufficient to support rifapentine incorporation for LTBI in general and HIV-positive populations, but aspects such as adherence rates, implementation feasibility, costs and local particularities should be considered in the decision-making process.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, 2014.
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