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Título: Impacto da invasão e do manejo do capim-gordura (Melinis minutiflora) sobre a riqueza e biomassa da flora nativa do Cerrado sentido restrito
Outros títulos: Impact of invasion and management of molasses grass (Melinis minutiflora) on the native vegetation of the Brazilian Savanna
Autor(es): Martins, Carlos Romero
Hay, John Du Vall
Walter, Bruno Machado Teles
Proença, Carolyn Elinore Barnes
Vivaldi, Lúcio José
Assunto: Invasão biológica
Plantas invasoras
Capim-gordura
Data de publicação: Jan-2011
Editora: Sociedade Botânica de São Paulo
Referência: MARTINS, Carlos Romero et al. Impacto da invasão e do manejo do capim-gordura (Melinis minutiflora) sobre a riqueza e biomassa da flora nativa do Cerrado sentido restrito. Brazilian Journal of Botany, São Paulo, v. 34, n. 1, p. 73-90, jan./mar. 2011. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-84042011000100008&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 19 dez. 2013.
Resumo: No Brasil, várias espécies de gramíneas são citadas como invasoras em Unidades de Conservação. Contudo, ainda se conhece muito pouco sobre o impacto do estabelecimento e da colonização dessas espécies nas áreas protegidas. Entre as gramíneas exóticas introduzidas no bioma Cerrado merece destaque a espécie africana Melinis minutiflora P. Beauv., o capim-gordura. O presente estudo objetivou avaliar o impacto desta invasora na biomassa e na riqueza da comunidade nativa em uma área de Cerrado Ralo invadido, como também estudar a dinâmica da vegetação do estrato rasteiro submetida à aplicação de diferentes técnicas de manejo para o controle do capim-gordura. Os resultados mostraram que, na área experimental, onde o capimgordura representa cerca 62% da biomassa total do estrato rasteiro, o número de espécies nativas encontradas foi alto. Nas áreas onde o capim-gordura apresentou alto índice de colonização (> 98%), sua biomassa alcançou cerca de duas vezes a biomassa do estrato rasteiro registrada para o Cerrado. A realização de uma queimada não foi suficiente para controlar o capim-gordura, porque após três anos a sua biomassa se aproximou aos valores encontrados inicialmente. Por outro lado, no tratamento manejo integrado (maio ou setembro) a redução de mais de 99,9% na sua presença favoreceu a expansão da vegetação nativa, configurando-se, assim, uma estratégia promissora para a recuperação ambiental das áreas invadidas pelo capim-gordura no Cerrado.
Abstract: In Brazil, several grass species are cited as invaders of protected areas. However, little is known about the impacts due to establishment and colonization of these species in protected areas in Brazil. Among the exotic grasses introduced into the Cerrado the African species Melinis minutiflora P. Beauv., molasses grass, deserves special mention. The objective of this study was to evaluate the impact of this grass on the biomass and species richness of the native community in an area of invaded Cerrado as well as to study the dynamics of the vegetation of the ground layer after different management treatments for control of molasses grass. The results showed that in the experimental area, where molasses grass composed 62% of the total biomass of the ground layer, the number of native species was high. In the areas where molasses grass had a high degree of coverage (> 98%) its biomass was approximately two times higher than values cited in other studies in the Cerrado. Between three and four years after using fire as a management tool for control of molasses grass its biomass returned to values similar to those observed prior to this treatment. Contrarily, with an integrated management treatment (May or September) a reduction of 99.9% in the presence of molasses grass was observed along with a recovery of native vegetation, making this a promising strategy for recuperation of areas in the Cerrado that were invaded by molasses grass.
Licença: Brazilian Journal of Botany - Todo o conteúdo deste periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob uma Licença Creative Commons (Attribution-NonCommercial 3.0 Unported (CC BY-NC 3.0)). Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-84042011000100008&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 19 dez. 2013.
DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0100-84042011000100008
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