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Título: Quando tocar dói : análise ergonômica do trabalho de violistas de orquestra
Autor(es): Costa, Cristina Porto
Orientador(es): Abrahão, Júlia Issy
Assunto: Músicos - condições de trabalho
Ergonomia da atividade
Orquestra sinfônica
Data de publicação: 25-Out-2012
Referência: COSTA, Cristina Porto. Quando tocar dói: análise ergonômica do trabalho de violistas de orquestra. 2003. 136 f., il. Dissertação (Mestrado em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações)—Universidade de Brasília, Brasília, 2003.
Resumo: Ao longo da vida profissional, os músicos confrontam-se com demandas que podem conduzir ao adoecimento e mesmo à interrupção de suas carreiras. Tal fato solicita reflexões que possibilitem a construção de perspectivas mais saudáveis na prática instrumental. A Ergonomia, baseada em seus eixos de bem-estar, segurança, eficiência e eficácia no processo produtivo, pode contribuir de forma significativa ao entendimento destas questões. Este estudo foi realizado em contexto de orquestra sinfônica vinculada ao Governo do Distrito Federal, com o objetivo de investigar a ocorrência de queixas de dor relacionadas ao tocar em músicos violistas e detectar possíveis indicadores de fatores de risco presentes na situação de trabalho. Para tanto, adotou-se como metodologia a AET – Análise Ergonômica do Trabalho, centrada no estudo da atividade. A amostra consistiu de seis violistas (N=6), cuja experiência varia entre 1 e 29 anos. Cinco dos sujeitos sentem dor e as estratégias adotadas para seu gerenciamento são de cunho individual e coletivo, o que requer aprofundamentos. Questões referentes à rigidez das relações hierárquicas foram sinalizadas pelos músicos como relevantes à ocorrência de dor. Os resultados apontam para a existência de fortes constrangimentos advindos da organização do trabalho e ressaltam a variabilidade que perpassa as dimensões física, cognitiva e psíquica da atividade. A articulação destes elementos revelou-se contundente para a intensificação das queixas de dor. Considerando os dados obtidos, são feitas algumas recomendações no sentido de transformar as condições de trabalho dos músicos e possibilitar maior flexibilização quanto à organização do trabalho. _________________________________________________________________________________ ABSTRACT
During professional life, musicians face demands that can lead them to illness and also interrupt their careers. This requires considerations that allow to set up healthier perspectives to instrumental practice. Ergonomy, based upon its center lines of wellbeing, safety, efficiency and efficacy in productive process, can contribute significantly to the understanding of these matters. This research took place in a public symphonic orchestra assisted by administration of Distrito Federal – Brasília, aiming to investigate violists’ pain complaints related to their practice. This study also looks for evidence of risk factors on work environment. For this purpose, the Ergonomic Analysis of Work, grounded in labor activity, was elected. The sample was N=6 violists with one to twenty-nine years of experience. Five of them reported pain and, to manage it, they use individual and collective strategies that require further investigation. Stiffness of hierarchical relations in work settings was pointed by musicians as relevant to pain occurrence. Results indicate strong constraint coming from work organization and emphasize variability throughout physical, cognitive and psychic dimensions of activity. Increasing of plain complaints is associated to the interaction of these elements. Considering the findings, some recommendations are given to modify musicians’ work conditions and make work organization more flexible.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Curso de Pós-Graduação em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações, 2003.
Aparece nas coleções:PSTO - Mestrado em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações (Dissertações)

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